Atlético-MG 2 x 1 Vitória — 25ª rodada do Campeonato Brasileiro — Arena MRV. Os reservas do Atlético-MG deram conta do recado e garantiram a vitória por 2 a 1 sobre o Vitória, na Arena MRV, pela 25ª rodada do Brasileirão.
Domínguez priorizou o clássico de terça-feira e preservou todos os titulares. Na formação usada contra o Vitória, o time contou apenas com Vitão na zaga entre os nomes considerados habituais, e a expectativa é de que Vitão deva perder a vaga com o retorno de Ruan Tressoldi. Lesionado, Everson deu lugar a Gabriel Delfim na meta.
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A estrutura tática mantida pelo Atlético
O Atlético manteve a estrutura tática: com a posse, recuou Peréz para formar linha de três defensores e liberar os laterais e pontas — Preciado e Minda (Pascini) — para avançarem. O ritmo inicial foi de mandante, com agressividade e volume de jogo e duas finalizações de Preciado nos primeiros minutos.
Com o passar do tempo, houve algum desconforto na conexão entre as novas peças em campo, ainda se ajustando aos movimentos. O Vitória aproveitou para sair mais para o ataque, mas não chegou a incomodar seriamente a defesa atleticana na primeira etapa.
O lance que definiu a partida
O Atlético não perdeu o controle do jogo e aproveitou uma cobrança de escanteio — e o vacilo da zaga do Bragantino — para Borbas abrir o placar, encerrando um jejum de mais de um ano sem marcar. A partir do gol, a superioridade atleticana aumentou: o time passou a dominar mais a posse de bola e a ficar confortável ao defender, ao ponto de Gabriel Delfim não ter trabalho nos primeiros 45 minutos.
No segundo tempo, a organização do Atlético se manteve e o entendimento entre os jogadores evoluiu com o decorrer da partida. O segundo gol saiu de maneira natural: Reinier recebeu pelo meio, arriscou em jogada individual, driblou adversários e finalizou rasteiro, superando o goleiro.
Com a vantagem, o Galo passou a administrar a partida. Domínguez deu minutos a jogadores que vinham em recuperação: Scarpa, que não atuava desde maio, entrou, e Dudu também apareceu no ataque, mantendo o coletivo mais forte.
O susto para o Atlético veio aos 40 minutos, quando Erick entrou e conseguiu descontar, mas não foi suficiente para mudar o resultado. A vitória manteve a sequência positiva do time.
Treze jogos de invencibilidade. Sétimo colocado no Brasileiro, nas quartas de final da Sul-Americana e nas quartas de final da Copa do Brasil, o Atlético chega em sua melhor versão para o clássico contra o Cruzeiro. A história está sendo escrita, e o capítulo de terça terá peso importante nos próximos passos da equipe.


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