O executivo de futebol do Remo, Marcos Braz, detalhou nesta segunda-feira (8), durante participação no programa Bom Dia Pará, os desafios que o clube terá no retorno à Série A do Campeonato Brasileiro depois de mais de 30 anos.
Atenção ao perfil das contratações
Segundo o dirigente, os próximos reforços precisam se enquadrar na realidade azulina. “Há 14 meses estávamos na Série C. Trazer atletas agora, com responsabilidade de Série A, exige convencimento também na parte estrutural”, afirmou Braz, ressaltando a importância de transparência sobre as condições atuais do clube e o que está previsto para o futuro.
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Impacto do novo calendário
Braz lembrou que o calendário nacional passará por ajustes: em 2025, o Brasileirão começou no fim de março, enquanto em 2026 o pontapé inicial está marcado para 28 de janeiro. Para o executivo, a antecipação altera todo o planejamento de pré-temporada, logística e montagem do elenco.
Temporada cheia
Em 2026, o Remo terá compromissos na Supercopa Grão-Pará, Campeonato Paraense, Copa Verde ou Copa Norte, além da Série A e da Copa do Brasil. O dirigente classificou o calendário como “extenso” e destacou a necessidade de elenco numeroso e competitivo.
Renovações e elenco atual
Até o momento, estão confirmadas as permanências do lateral-direito Marcelinho e do goleiro Marcelo Rangel. O clube também conta com jogadores que possuem contratos mais longos, caso do atacante Jaderson. Nos bastidores, a diretoria negocia novas renovações, contratações e a definição do técnico para 2026.
Braz concluiu que a estratégia será ajustada etapa a etapa, priorizando transparência com atletas e torcida.

