O meia Oscar, do São Paulo, foi encaminhado na manhã desta quarta-feira (12) ao Hospital Israelita Albert Einstein após apresentar uma intercorrência cardíaca durante exames de rotina no clube.
De acordo com o presidente tricolor, Julio Casares, o jogador deixou o centro de treinamento consciente e se mantém tranquilo no hospital, onde passa por avaliação médica detalhada.
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Debate sobre futuro nos gramados
No programa Fim de Papo, transmitido pelo UOL, os comentaristas Fabíola Andrade e Paulo Massini analisaram as consequências do problema de saúde para a carreira do atleta, de 32 anos.
Fabíola destacou que, diante do quadro clínico, “não é hora de falar de futebol”, frisando a importância da recuperação plena do meio-campista. “A vida do Oscar é o que importa. Ele é jovem, tem família e precisa estar bem”, afirmou.
Massini recordou a frase do ex-jogador Paulo Roberto Falcão ao comentar a possibilidade de encerramento precoce da carreira: “O atleta morre duas vezes: a primeira quando para de jogar e a segunda, de fato, quando morre”. Para o comentarista, lidar com a chance de não voltar aos gramados pode ser tão desafiador quanto o próprio tratamento médico.
Contratado no início da temporada, Oscar enfrentou seguidas lesões e pouco atuou em 2025. A expectativa de retorno ao time principal havia crescido nas últimas semanas, mas seu futuro esportivo agora dependerá da evolução clínica e da recomendação dos cardiologistas.
O São Paulo não divulgou prazo para novos boletins médicos nem comentou sobre eventual aposentadoria, ressaltando que o foco está na saúde do atleta.

