O Guarani já definiu as exigências que qualquer investidor precisará cumprir para transformar o clube em Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Em entrevista publicada neste fim de semana, o presidente Rômulo Amaro afirmou que só seguirá adiante quem aceitar assumir todas as dívidas, respeitar o acordo de Recuperação Judicial e participar da construção da nova arena.
Segundo o dirigente, esses três pontos são “inegociáveis”. As propostas recebidas passarão por avaliação de uma consultoria internacional especializada em SAF de grandes clubes antes de serem levadas às assembleias de sócios.
📖 Leia Também
Redução de dívidas
Amaro também destacou a queda no valor total da Recuperação Judicial, que passou de R$ 100 milhões para aproximadamente R$ 60 milhões. O prazo de pagamento é de 12 anos, com juros de 1% ao mês.
Fim das penhoras
O presidente informou que o clube já não enfrenta penhoras, condição que anteriormente travava negociações e comprometia o planejamento esportivo. “Hoje conseguimos conversar com mais de 20 atletas e não recebemos negativas”, afirmou, lembrando que em 2024 o Guarani encontrou dificuldades até para contratar jogadores.
Amaro aposta no momento financeiro e institucional mais estável para colocar o Guarani em posição favorável na busca pelo modelo SAF.

