Enquanto o goleiro Matt Turner formou-se em Harvard, os convocados brasileiros para a Copa revelam pouco sobre escolaridade. Descubra o perfil educacional do time de Ancelotti.
A seleção dos Estados Unidos estreou na Copa do Mundo com uma defesa notável, marcada pela presença do goleiro Matt Freese, o primeiro jogador formado na Universidade de Harvard a participar da competição. Entretanto, ele não é o único atleta que disputou um Mundial com formação acadêmica. No passado, ícones do futebol brasileiro, como Sócrates e Tostão, acumularam grandes conquistas dentro de campo e boas notas na faculdade.
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Entre os 26 convocados por Carlo Ancelotti para defender o Brasil no Mundial, poucos possuem informações públicas sobre a conclusão do ensino médio ou a passagem por instituições de ensino superior. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e os clubes costumam divulgar dados sobre a carreira dos atletas, como posição, idade, títulos e estatísticas, mas raramente detalham a formação escolar.
Neymar, 34 anos, é um dos jogadores que não completou o ensino médio, tendo parado no terceiro ano, segundo levantamento realizado pela Folha de S.Paulo com a seleção olímpica de 2016. Marquinhos, por sua vez, de 32 anos, possui ensino médio completo, enquanto Douglas Santos, também de 32 anos, não teria chegado ao ensino médio.
Alguns jogadores se aproximaram do ensino superior. Weverton, 38 anos, foi mencionado em 2021 como aluno do curso de Gestão Financeira na FAM (Faculdade das Américas), em uma parceria com o Palmeiras. Danilo, 34 anos, declarou em entrevistas que tem interesse em cursar Psicologia e que iniciou um curso de Jornalismo na modalidade EAD, embora não haja confirmação pública de que tenham concluído suas graduações.
Entre os mais jovens, Endrick, de 19 anos, tentava conciliar escola e futebol em 2023, enquanto estava no segundo ano do ensino médio e se preparava para a mudança ao Real Madrid. Para a maioria dos outros convocados, incluindo nomes como Vini Jr., 25 anos, Casemiro, 34 anos, Raphinha, 29 anos, Alisson, 33 anos, e Bruno Guimarães, 28 anos, não há informações sobre a conclusão escolar ou formação universitária. A CBF não fornece dados acerca da formação acadêmica dos atletas.
Os jogadores, como exemplos para milhões de jovens, poderiam se tornar uma força de engajamento nos estudos. Contudo, muitos deixam a educação em segundo plano ao se destacarem no esporte, o que pode atrasar ou interromper seu planejamento escolar. Após se tornarem requisitados por clubes, é difícil que voltem aos livros.

