O Estádio Moisés Lucarelli viveu noite histórica neste sábado, 25, ao receber mais de 17 mil torcedores que testemunharam a Ponte Preta derrotar o Londrina por 2 a 0 e erguer, pela primeira vez, o troféu da Série C do Campeonato Brasileiro.
Com o resultado, a equipe campineira garantiu o acesso à Série B e encerrou um jejum de 125 anos sem títulos nacionais. A conquista também marcou o ponto alto do trabalho do técnico Marcelo Fernandes, que assumiu o comando nesta temporada.
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Torcida como combustível
Emocionado após o apito final, Fernandes ressaltou a importância da arquibancada. O treinador explicou que manteve o elenco em campo durante o intervalo para aproveitar o calor do público e repetir estratégia usada em 2015, quando também conquistou um título.
“Sabíamos que precisávamos daquela atmosfera. Combinamos tudo com o staff e deu certo. No segundo tempo, fizemos um grande jogo e confirmamos o resultado”, disse.
Reconhecimento ao grupo e ídolos
O comandante dividiu a taça com sua comissão, familiares e jogadores. Ele ainda citou técnicos que marcaram época na Ponte Preta e no futebol brasileiro, como Nelsinho Baptista, Vadão, Cilinho e Abel Braga, afirmando ter muito a aprender com esses nomes.
Sonho realizado
Fernandes revelou que, desde a chegada a Campinas, acreditava na chance de levantar um troféu pelo clube. “Desde o primeiro dia, falei que subiria com a Ponte Preta. Hoje, entregamos um grande trabalho a essa torcida espetacular”, afirmou.
Com a vitória sobre o Londrina e o título da Série C de 2025, a Ponte Preta resgata o orgulho de seus torcedores, reforçando a identificação entre equipe e arquibancada para a próxima temporada.

