O técnico dos Estados Unidos, Mauricio Pochettino, teve uma coletiva de imprensa marcada por momentos sérios e descontraídos após a vitória de sua equipe sobre a Bósnia, por 2 a 0, na quarta-feira. Essa vitória garantiu a classificação dos EUA para as oitavas de final da Copa do Mundo 2026.
Pochettino foi questionado sobre a expulsão do atacante Balogun, um tema controverso que gerou debates nas redes sociais, especialmente em relação à não expulsão de Messi na estreia da Argentina na competição. O treinador discordou da decisão, afirmando:
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“Para mim, ambas não eram para expulsão. Não é intencional. Posso falar apenas por Balo, mas acho que nunca… Para mim, é sobre ver a intenção. Se a intenção é machucar o oponente, tudo bem, mas se estiver lutando pela bola e seu pé aterrissa no adversário… É um pouco ruim de se ver, mas não foi intencional. Para mim, nunca poderia ser para cartão vermelho.”
Após a análise da arbitragem, Pochettino foi questionado sobre sua identificação com a seleção americana. Durante a conversa, ele não hesitou em deixar claro seu amor pela Argentina:
“Sou 200% argentino. Mas acho que, quando você faz parte de algo maior, do que estamos construindo aqui, eu gosto de fazer parte desse projeto incrível. E, claro, quando essa música (hino) começa a tocar no estádio, é impossível não cantar. É impossível, porque é uma música incrível, não é?”
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“É muito emocionante. Ainda mais depois de vencer uma partida. Afinal, estamos nos preparando para estar aqui há um ano e meio, e foi por isso que assinamos com este país, com esta federação. Foi porque queríamos sentir essa emoção. Uma coisa é estar envolvido. Eu adoro estar envolvido e fazer parte da festa. Mas eu sou 200% argentino. Desculpem. Não vou mentir.”
Com a vitória, a seleção americana se prepara agora para os desafios que virão nas fases seguintes do torneio, onde a expectativa é alta entre os torcedores e a comissão técnica.



