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Charleston (EUA) – Jessica Pegula precisou de 3h10 para superar a cazaque Yulia Putintseva de virada em sua estreia no WTA 500 de Charleston, registrando a partida mais longa de sua carreira. A norte-americana, atual número 5 do mundo, avaliou que o esforço pode pesar na sequência do torneio, mas acredita que o duelo servirá de preparação ideal para o restante da temporada no saibro.
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“Depois de três horas em quadra, o corpo sente no dia seguinte, porém, pensando a longo prazo, esse tipo de jogo ajuda a ganhar ritmo e a encarar confrontos duros”, afirmou a tenista, que agora enfrenta a italiana Elisabetta Cocciaretto.
Pegula definiu o confronto com Putintseva como “uma loucura” e destacou que a adversária raramente entrega pontos fáceis, fator que tornou a partida ainda mais desgastante logo em seu primeiro compromisso do ano no saibro. Segundo a norte-americana, o piso favorecia o estilo da rival, o que a deixou apreensiva antes mesmo de entrar em quadra.
A jogadora explicou que teve poucos treinos na superfície e ainda busca adaptação neste início de gira. “É a primeira semana de todo mundo no saibro; os ralis ficam mais longos e exigem ajustes constantes”, comentou.


Imagem: e Charlest Open
Pegula também ressaltou a importância do apoio das arquibancadas e da força mental na reta final da partida. Mesmo cansada, conseguiu se recompor após falhar no serviço quando liderava por 5/4 no set decisivo, retomou o plano de jogo básico e selou a vitória.


