Número 5 do ranking mundial, Jessica Pegula vê no consistente início de temporada o combustível para buscar um título inédito de Grand Slam. Aos 32 anos, a norte-americana chegou às semifinais do Aberto da Austrália, conquistou o WTA 1000 de Dubai e alcançou as quartas de final em Indian Wells e Miami, caindo nas duas ocasiões diante da cazaque Elena Rybakina.
O desempenho individual coincidirá com a boa fase das compatriotas. “Sempre que avanço em um torneio, vejo várias outras norte-americanas indo longe também. É incrível”, disse Pegula. Na atualização do ranking desta segunda-feira (30), Coco Gauff retornou ao top 3 após o vice-campeonato em Miami. Amanda Anisimova também figura entre as 10 primeiras, enquanto Iva Jovic, de 18 anos, aparece em 16º lugar, e Madison Keys ocupa a 18ª posição.
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Para Pegula, integrar um grupo tão competitivo serve de motivação adicional. “É uma honra fazer parte dessa geração forte. Ver jogadoras jovens surgindo, como a Iva Jovic, me inspira a seguir evoluindo”, afirmou.
A norte-americana reforça que trabalhar para erguer um troféu de Slam continua sendo a maior meta da carreira. Sua melhor campanha em torneios desse porte foi o vice-campeonato no US Open de 2024, quando perdeu para a bielorrussa Aryna Sabalenka diante da torcida em Nova York.


Imagem: Miami Open
Agora, Pegula volta as atenções para o saibro. Ela encabeça a chave do WTA 500 de Charleston, torneio no piso har-tru onde defende o título, e estreia contra a vencedora do confronto entre a cazaque Yulia Putintseva e a neozelandesa Lulu Sun.


