Palmeiras e Corinthians entram em campo neste sábado, às 16h (de Brasília), na Arena Barueri, para decidir o título da Supercopa Feminina 2026. A partida marca a abertura oficial do calendário do futebol feminino nacional.
Novo formato
Pela primeira vez desde sua criação, a competição adotou formato diferente. A partir desta temporada, a taça passa a ser disputada em jogo único entre o campeão do Brasileirão Feminino e o vencedor da Copa do Brasil Feminina, substituindo as fases de mata-mata das edições anteriores.
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Retrospecto dos clubes
O Corinthians é o maior vencedor da Supercopa, com três conquistas: 2022 (1 × 0 sobre o Grêmio), 2023 (4 × 1 no Flamengo) e 2024 (1 × 0 diante do Cruzeiro). Em 2025, o São Paulo quebrou a sequência corintiana ao levantar a taça nos pênaltis após empate com as Brabas.
As alvinegras também lideram em participações: estiveram presentes nas cinco edições e somam 12 jogos, com 11 vitórias. Na sequência aparecem o Real Brasília, com quatro presenças e melhores campanhas nas semifinais de 2022 e 2023, além do Flamengo, vice em 2023.
Artilharia
Três atletas dividem a liderança de gols na história do torneio, todas com quatro tentos marcados: Duda Francelino (ex-Flamengo), Tamires (Corinthians) e Giovanna Crivelari (São Paulo).
Estatísticas gerais
Times com mais empates: Flamengo (2)
Times com mais derrotas: Real Brasília (4)
Melhor ataque: Corinthians (24 gols)
Pior defesa: Ceará (10 gols sofridos)
Mais cartões amarelos: Corinthians (21)
Mais expulsões: ESMAC, Cruzeiro, Ceará e Real Brasília (1 cada)
Palmeiras e Corinthians buscam, portanto, iniciar a temporada com taça. O confronto também pode ampliar a hegemonia das corintianas ou garantir ao Verdão seu primeiro título na competição.


