O Palmeiras voltou a superar o Corinthians e conquistou, neste sábado, o título do Paulistão Feminino 2025, repetindo o roteiro da temporada passada. Mesmo derrotado por 1 a 0 no segundo jogo da final, disputado no estádio do Canindé, o time alviverde confirmou o troféu graças à vitória por 5 a 1 na partida de ida, fechando o placar agregado em 5 a 2.
Campanha sólida
Na primeira fase, as Palestrinas exibiram regularidade em turno único contra 11 adversários, terminando entre as primeiras colocações. A consistência defensiva e a eficiência nos momentos decisivos mantiveram o clube como forte candidato ao título antes mesmo do mata-mata.
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Tradicionais rivais estaduais como Corinthians, São Paulo, Ferroviária e Santos também avançaram, reforçando o equilíbrio da competição organizada pela Federação Paulista de Futebol (FPF).
Decisão repetida
Pelo segundo ano consecutivo, Palmeiras e Corinthians decidiram o campeonato. No ano passado, o título alviverde veio nos pênaltis. Desta vez, a vantagem construída no Allianz Parque foi determinante para o bicampeonato consecutivo e o quarto troféu estadual do clube, que agora soma o mesmo número de conquistas de Corinthians e Santos.
Destaques individuais
Artilheira com seis gols, Amanda Gutierres entrou pela terceira vez seguida na seleção do campeonato, foi eleita Craque da Competição e Craque da Galera. Ela dividiu a artilharia com Natalia Vendito (Ferroviária) e Brena (Palmeiras), autora também do gol mais bonito, em cobrança de falta contra a Ferroviária. A atacante Evelin Bonifácio, do Santos, foi escolhida Revelação.
Números do torneio
Considerado o maior estadual do país, o Paulistão Feminino contou com investimento superior a R$ 9 milhões da FPF e apoio de 12 patrocinadores. De acordo com a entidade, mais de 5 milhões de espectadores acompanharam os jogos pela TV aberta, streaming e YouTube.
Com a taça garantida, o Palmeiras encerra a temporada fortalecendo seu projeto no futebol feminino, enquanto o campeonato reafirma sua importância para o desenvolvimento da modalidade no Brasil.

