Ming-Chi Kuo afirma que a GPU foi redesenhada e agora usaria HBM4 no lugar de GDDR7. Anunciada em setembro para acelerar KV cache em inferência de IA, segue como rumor sem confirmação da NVIDIA.
A GPU Rubin CPX da NVIDIA teria passado por um redesign nos últimos tempos e agora vai empregar módulos de memória HBM4 em vez de GDDR7, segundo o analista Ming Chi Kuo. A informação ainda não é oficial e deve ser tratada como rumor.
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A NVIDIA anunciou a Rubin CPX em setembro do ano passado como uma solução dedicada ao carregamento prévio e à construção de KV cache para acelerar cargas massivas de inferência de IA. A empresa não voltou a falar da GPU desde então, o que gerou suspeitas de abandono do projeto. Kuo traz novas informações sobre o modelo, incluindo uma janela para o início da produção no primeiro trimestre de 2027.
A principal novidade no relato é a alteração no tipo e na capacidade de memória das placas. A NVIDIA havia divulgado GPUs Rubin CPX com 128 GB de GDDR7, mas, conforme o rumor, as novas unidades passariam a contar com 168 GB de HBM4. As unidades Rubin padrão, por sua vez, adotam 288 GB de memória.
Configurações de memória
- Rubin CPX (anunciada): 128 GB GDDR7
- Rubin CPX (rumor): 168 GB HBM4
- Rubin padrão: 288 GB
Outra alteração apontada por Kuo estaria no projeto de racks para as CPX. As CPX devem adotar uma solução standalone MGX ETL para não dividir o mesmo rack com as Rubin normais. A proposta é permitir configurações densas e específicas para workloads de pré-processamento de cache.
Opções de racks
- 64 GPUs por rack
- 128 GPUs por rack
- 192 GPUs por rack
- 256 GPUs por rack
Segundo o analista, clientes poderão escolher racks com 64, 128, 192 ou até 256 GPUs do tipo CPX. A estratégia técnica descrita indica que a Rubin CPX será usada para performance de preenchimento antecipado e construção do KV cache, transferindo em seguida os dados para racks de Rubin padrão via Ethernet RDMA para decodificação. Dessa forma, os dois tipos de aceleradores devem trabalhar em conjunto.
Em alinhamento com essa arquitetura, Kuo afirma que a NVIDIA vai recomendar associar cada CPX com um Vera Rubin NVL72 na proporção de 1:1. Isso sugere a possibilidade de a empresa oferecer pacotes integrados para clientes com grandes volumes de inferência.
Vale lembrar que ainda não há confirmação oficial das informações por parte da NVIDIA. Se o vazamento estiver correto, a empresa deve reintroduzir as Rubin CPX com essas mudanças em algum momento ainda neste ano.





