Atleta do Minas denuncia ataques agressivos e mensagens de ódio nas redes sociais; episódio ocorre em meio ao aumento de hostilidades ligadas a apostas esportivas.
O que deveria ser apenas mais uma rodada da elite do vôlei brasileiro transformou-se em um episódio de violência verbal. Kisy, uma das principais jogadoras da Seleção Brasileira e do Minas, revelou que o nível das ofensas ultrapassou qualquer limite de rivalidade esportiva, atingindo sua integridade pessoal e de sua família.
O Teor do Desabafo
Em uma publicação emocionante, a jogadora destacou a exaustão emocional provocada pelos ataques:
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- Hostilidade em Quadra: Relatos apontam que torcedores (ou indivíduos infiltrados na torcida) proferiram ofensas diretas à atleta durante os momentos de saque e intervalos.
- Ataques Digitais: Após a partida, Kisy recebeu uma enxurrada de mensagens de ódio e ameaças em seus perfis oficiais.
- O Apelo: “Nós saímos de casa para trabalhar, para dar o nosso melhor. Erros acontecem, mas nada justifica ameaças à minha vida ou à minha família. Não somos robôs”, desabafou a oposta.
A Conexão com Apostas Esportivas
Embora não tenha citado nomes, o desabafo de Kisy ecoa uma queixa crescente entre atletas de alto rendimento: a agressividade de apostadores que, ao perderem dinheiro com resultados ou desempenhos individuais, descontam sua frustração diretamente nos jogadores através de assédio digital.
Repercussão e Apoio
O mundo do vôlei reagiu prontamente em solidariedade à atleta:
- Gerdau Minas: O clube publicou nota oficial repudiando qualquer forma de violência e reiterando suporte jurídico e psicológico à jogadora.
- CBV (Confederação Brasileira de Voleibol): A entidade afirmou que está atenta aos episódios de violência nos ginásios e que buscará identificar os responsáveis pelos ataques em conjunto com as autoridades.
- Comunidade de Atletas: Nomes como Gabi Guimarães e Thaísa também se manifestaram, pedindo punições severas e mais segurança para os profissionais.
Cenário em 2026
O caso de Kisy ocorre em um momento em que as ligas esportivas no Brasil discutem protocolos mais rígidos de banimento para torcedores que praticam assédio ou ameaças, seguindo modelos já adotados em ligas internacionais como a NBA e a Premier League.

