O ex-atacante Manfrini, revelado pela Ponte Preta e com passagens de destaque por Palmeiras e Fluminense, morreu nesta quarta-feira (10), em São Paulo, aos 75 anos.
Trajetória na Ponte Preta
Nascido em 1948, Manfrini chegou ao time principal da Ponte Preta em 1968 como centroavante, recebendo assistência de Roberto Pinto e Dicá. No mesmo ano, perdeu espaço para o então titular Paulo Leão e teve poucas oportunidades na Divisão de Acesso do Campeonato Paulista.
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Em 1969, já sob o comando de Zé Duarte, foi recuado para a função de meia-direita durante a recuperação de Dicá. O clube havia contratado Djair para o comando de ataque, o que manteve Manfrini fora da posição de origem.
Conflitos com a torcida no Estádio Moisés Lucarelli se tornaram frequentes, sobretudo devido à sua característica de prender a bola e arriscar dribles. Nessas ocasiões, o pai do jogador costumava discutir com críticos nas arquibancadas.
Retorno ao ataque e saída para o Palmeiras
Com a saída de Djair, Manfrini voltou a atuar como centroavante e, orientado pelo técnico Cilinho, passou a dosar os lances individuais. O bom desempenho chamou a atenção do Palmeiras, que o contratou na sequência.
Auge no Fluminense
A melhor fase da carreira ocorreu a partir de 1973, quando vestiu a camisa do Fluminense e ganhou projeção nacional nos anos 1970.
Detalhes sobre velório e sepultamento não foram divulgados pela família.

