As seleções se enfrentam no dia 18 de junho em duelo decisivo pelo Grupo A. Após vencer a África do Sul na estreia, o México chega embalado e com táticas que podem surpreender os asiáticos.
No dia 18 de junho de 2026, México e Coreia do Sul se enfrentarão pela segunda rodada da Copa do Mundo 2026. O confronto ocorrerá às 22h e promete ser decisivo para a liderança do Grupo A, especialmente após o México ter vencido a África do Sul na estreia com um jogo destacado por três expulsões.
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O economista Bruno Imaizumi, em parceria com o Gato Mestre, analisa o potencial de cada resultado. A seleção mexicana vem de uma vitória onde pressionou a saída de bola da África do Sul, resultando em três finalizações após desarmes no ataque. Essa tática permitiu ao México abrir o placar e se destacar na primeira rodada com um estilo de jogo baseado em passes rasteiros, alcançando dez finalizações em jogadas, além de duas em faltas diretas.
Para o confronto com a Coreia do Sul, a equipe mexicana precisará se adaptar à defesa coreana, que limitou a República Tcheca a apenas uma finalização em jogada rasteira e quatro em bolas aéreas. O time sul-coreano, conhecido por dificultar a recuperação de bola em seu campo defensivo, costuma utilizar ligações diretas para atacar, o que já resultou em dois gols na virada contra os tchecos. No total, a Coreia do Sul fez 15 finalizações, sendo seis delas em jogadas aéreas e nove em trocas de passes.
O modelo de projeção utilizado por Imaizumi combina parâmetros de ataque e defesa para estimar a probabilidade de cada resultado. A metodologia empregada é baseada na distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as chances de cada equipe marcar gols em um determinado intervalo de tempo, como o tempo de um jogo. O método de Monte Carlo é utilizado para simulações massivas que geram resultados prováveis para a partida.
As análises também consideram o xG, ou expectativa de gol, que avalia o nível de ameaça que cada time impõe ao adversário. Essa métrica é amplamente reconhecida na análise do futebol e leva em conta características das finalizações, como distância e ângulo. Por exemplo, uma finalização da meia-lua tem uma expectativa de 7% de se converter em gol, representada como 0,07 xG. A soma do potencial de cada finalização determina a ameaça que cada equipe representa em campo.



