A seleção de Marrocos, apesar da eliminação nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026, não perdeu a esperança e já projeta um futuro promissor. Na última quinta-feira (9), o time foi derrotado pela França por 2 a 0, mas a campanha realizada na competição deixou marcas positivas e um sentimento de que o sonho de conquistar um título inédito está mais próximo.
Após a partida, o técnico Mohamed Ouahbi expressou sua confiança ao afirmar que, enquanto na última Copa o time tinha um sonho, agora as expectativas são ainda maiores. “Na última Copa tínhamos um sonho, daqui para frente temos expectativas”, comentou.
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Marrocos chega a 2030 com um histórico recente de conquistas, incluindo duas taças africanas e uma da Copa Árabe nos últimos quatro anos. A seleção também teve uma impressionante invencibilidade de 34 jogos, que foi interrompida apenas neste Mundial, colocando-a entre as melhores do mundo. “Estamos decepcionados (pela eliminação), mas vamos manter a mentalidade vencedora. Temos uma equipe que pode realizar sonhos e ganhar troféus”, afirmou Ouahbi.
O elenco marroquino é predominantemente jovem, com destaque para jogadores como o capitão Achraf Hakimi, de 27 anos, Brahim Díaz e Azzedine Ounahi, ambos com 26 anos. Outros talentos como Abde Ezzalzouli, de 25, e Saïbari, de 24, prometem dar continuidade ao trabalho e elevar o nível da seleção nos próximos anos. A nova geração conta ainda com o jovem Bouaddi, de apenas 18 anos, que já é visto como uma promessa do futebol.
Marrocos se destacou na Copa do Mundo de 2026 ao empatar com o Brasil e vencer Escócia e Haiti, além de eliminar seleções tradicionais como Holanda e Canadá, antes da derrota para a França. O país se despediu do torneio na sexta posição do ranking da FIFA, um feito notável que reforça a posição da equipe no cenário mundial.
O próximo desafio será em 2030, quando Marrocos será uma das sedes da Copa do Mundo. Junto a Argentina, Uruguai e Paraguai, o país receberá uma quantidade significativa de jogos, o que representa uma grande oportunidade para consolidar seu crescimento no futebol internacional. Segundo as projeções, Marrocos deve sediar 20 partidas, superando a quantidade de jogos que o México recebeu neste ano.
“Temos que sair (da Copa) com a cabeça em pé, pois tentamos de tudo. Mas é claro que precisamos fazer um balanço para podermos crescer”, destacou Ouahbi, enfatizando a importância da autocrítica e da busca por evolução contínua.



