Leila Pereira, presidente do Palmeiras, afirmou que considera a possibilidade de se tornar proprietária de um clube após o término de seu mandato e garantiu que os jogadores que atuam com frequência permanecerão no elenco na próxima janela de transferências.
A afirmação foi feita durante participação no programa POD_i, da GloboNews. Leila declarou acreditar no modelo de clube-empresa e disse que, ao final de seu mandato — que vai até dezembro de 2027 —, pode vir a investir diretamente em uma equipe.
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Preferência por gestão sem eleições
A dirigente citou a vantagem de administrar um clube sem precisar disputar eleições como um dos atrativos do formato empresarial. Segundo ela, a necessidade de pedir voto em processos eleitorais é algo que já não lhe agrada.
No programa, Leila também relembrou sua trajetória no Palmeiras. Ela recordou que chegou ao clube na condição de patrocinadora e conselheira, sem ter planejado ocupar cargos executivos, e descreveu as oportunidades como eventos que surgiram ao longo do tempo e foram aproveitados.
Manutenção do elenco
Sobre o mercado de transferências, Leila afirmou que nenhum jogador que integra o time com regularidade deverá ser negociado na próxima janela. A declaração ocorre em meio a especulações sobre a saída de Flaco Lopez e acompanha o discurso do técnico português, que ressaltou recentemente que manter o elenco pode ser o principal reforço para a sequência da temporada.
O posicionamento da presidente ganha destaque em um momento de expansão das sociedades anônimas do futebol (SAFs) no Brasil, quando diversos investidores passaram a controlar clubes e alterar modelos tradicionais de gestão.
Leila Pereira segue à frente do Palmeiras até dezembro de 2027 e, por enquanto, mantém a direção do clube enquanto vislumbra alternativas para o futuro no futebol.

