O volante canadense Ismaël Koné deixou o campo de maca na Copa de 2026. A entrada do catari Madibo reviveu casos chocantes que marcaram a história do torneio.
Ao longo das 23 edições da Copa do Mundo, o torneio se destacou por proporcionar momentos de alegria e recordações inesquecíveis. Contudo, episódios chocantes também marcaram a história, com lesões graves que afastaram grandes atletas do Mundial.
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Na segunda rodada da Copa do Mundo de 2026, um incidente preocupante ocorreu durante o confronto entre Canadá e Catar, realizado na quinta-feira, 18. O volante canadense Ismaël Koné sofreu uma fratura na perna esquerda devido a uma entrada do jogador catari Assim Madibo. O técnico da seleção canadense, Jesse Marsch, comentou sobre o momento:
“Aconteceu bem em frente ao banco de reservas. Escutamos o osso quebrar.”
Esse lance impactou não apenas os presentes no estádio, mas também ganhou repercussão na mídia internacional. O jornal português A Bola descreveu a cena como “arrepiante”, enquanto o espanhol Marca a classificou como a “mais impactante da Copa do Mundo”.
Outro caso emblemático ocorreu durante a Copa do Mundo de 2014, quando Neymar foi cortado do torneio após sofrer uma joelhada nas costas do colombiano Camilo Zuñiga. O incidente aconteceu nas quartas de final entre Brasil e Colômbia, quando Neymar, aos 41 minutos do segundo tempo, sofreu uma fratura na terceira vértebra lombar, o que o afastou dos campos por 45 dias.
A Copa de 2006 também ficou marcada por uma lesão impactante, desta vez envolvendo o atacante inglês Michael Owen. No confronto da fase de grupos entre Inglaterra e Suécia, Owen rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito sem qualquer contato, resultando em um afastamento de dez meses e uma recuperação que não devolveu a explosão que ele tinha no início da carreira.
Na semifinal de 1982, um dos lances mais graves da história das Copas ocorreu com o francês Patrick Battiston. Após um choque com o goleiro alemão Harald Schumacher, Battiston deixou o campo inconsciente, enfrentando lesões graves, como costelas quebradas e dentes perdidos, além de amnésia.
Finalmente, a Copa de 1962 também teve seu momento trágico, quando Pelé, que havia brilhado na edição anterior, viu sua participação ser comprometida. Após vencer o México na estreia, Pelé sofreu um estiramento no músculo adutor da perna esquerda durante o jogo contra a Tchecoslováquia, retornando apenas após o fim do torneio.







