O ex-meia Juninho Paulista, campeão mundial com a Seleção em 2002 e ex-diretor de Desenvolvimento da CBF, aprovou o calendário do futebol brasileiro que entrará em vigor entre 2026 e 2029. A avaliação foi feita neste domingo (13) durante um jogo beneficente realizado na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo.
Atual gestor do Ituano, Juninho afirmou que as mudanças representam um passo para reduzir a sobrecarga de partidas enfrentada pelos clubes. “O ideal é que os jogadores atuem, no máximo, seis vezes por mês. Parece ser isso que a CBF está buscando”, disse. O ex-dirigente ponderou, no entanto, que ainda não sabe se o formato se manterá a longo prazo.
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Três principais mudanças
O novo calendário estabelece:
- Estaduais com 11 datas, permitindo que o Campeonato Brasileiro comece já em janeiro;
- Copa do Brasil ampliada de 92 para 126 participantes, encerrando a temporada com final em jogo único em local ainda indefinido;
- Criação da Copa Sul-Sudeste, que se soma à Copa Verde e à Copa do Nordeste. Clubes classificados para Libertadores ou Sul-Americana não disputarão esses torneios regionais.
Segundo Juninho, as Séries C e D “já estavam equacionadas” e devem se encaixar sem grandes ajustes no novo cronograma.
Olhar sobre a Seleção
O ex-coordenador da Seleção Brasileira na Copa do Mundo do Catar também comentou o início do trabalho de Carlo Ancelotti no comando da equipe nacional. “O trabalho está começando; aos poucos, veremos a marca dele. Fora de campo, ele tem grande competência”, afirmou.
Até o momento, com Ancelotti à beira do gramado, a Seleção soma três vitórias, um empate e uma derrota em cinco partidas.


