Em Brasília, Juliano Oliva teve desempenho misto na final do salto do Campeonato Brasileiro. Após 13,133 no primeiro salto, caiu de costas no segundo, que foi anulado com nota zero, e terminou em segundo lugar.
Na final do salto masculino do Campeonato Brasileiro de ginástica artística, realizado em Brasília, um incidente inesperado chamou a atenção. O ginasta Juliano Oliva, que havia conquistado o título nacional no aparelho em 2025, não conseguiu completar seu segundo salto com sucesso, resultando em uma nota zero.
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Durante a competição, Juliano apresentou um desempenho misto. No primeiro salto, ele executou uma dupla pirueta e conseguiu 13,133 pontos. No entanto, ao tentar um duplo mortal grupado em sua segunda tentativa, ele caiu de costas, o que levou à anulação do salto, pois ele não conseguiu tocar o solo com os pés antes de qualquer outra parte do corpo, como exige a regra da modalidade.
Com isso, Juliano Oliva terminou a final com uma média de 6,566 pontos, ocupando a oitava posição na classificação geral.
Apesar do revés no salto, Juliano se destacou em outra categoria, garantindo a medalha de prata nas argolas, ficando atrás apenas de Caio Souza, representando o Minas Tênis Clube.
A competição também teve outros destaques, como Flávia Saraiva, que conquistou dois ouros e homenageou seu pai em sua apresentação. Rebeca Andrade, que alcançou a maior nota do mundo no salto em 2026, infelizmente não conseguiu se classificar para a final.
Yuri Guimarães, do Agith de São Caetano do Sul, foi coroado como o campeão da final do salto, obtendo uma média de 14,133 pontos, após realizar uma dupla pirueta e meia (14,100) e um duplo mortal grupado (14,166). O evento no geral foi uma vitrine de talentos e emoções, com ginastas mostrando habilidades impressionantes e desafios que fazem parte da competição.

