Depois de superar o Flamengo nos pênaltis e conquistar a Copa Intercontinental, o Paris Saint-Germain fez questão de destacar a atuação do adversário na final disputada no Estádio Ahmad Bin Ali, em Doha, no Qatar.
Capitão fala em “revolução” no Brasil
O zagueiro Marquinhos, capitão da equipe francesa, afirmou que o clube carioca promove “uma revolução no futebol brasileiro” ao adotar uma proposta ofensiva pouco comum entre times do país. Segundo o defensor, o PSG estudou a equipe rubro-negra justamente por entender que enfrentaria um estilo de jogo diferente do que costuma encontrar.
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Marquinhos acrescentou que o elenco parisiense, que conta com vários brasileiros e portugueses, já acompanhava o rendimento do Flamengo e reconhecia a qualidade de jogadores experientes que regressaram da Europa.
Reconhecimento de companheiros
O lateral Nuno Mendes elogiou a disposição do time carioca em buscar o ataque durante toda a partida, classificando a final como “muito equilibrada” e ressaltando a grandeza do adversário.
O zagueiro equatoriano Willian Pacho, por sua vez, disse acompanhar o Flamengo desde a Libertadores por causa do compatriota Gonzalo Plata, e afirmou ter ficado impressionado com o volume de jogo apresentado mesmo após uma sequência desgastante de partidas.
O PSG ergueu a taça ao vencer a decisão por 5 a 4 nas penalidades, depois de empate no tempo regulamentar. Apesar do título, os jogadores franceses reiteraram o respeito pelo Flamengo, citando o confronto como exemplo do crescimento do futebol sul-americano em competições internacionais.


