O Vitória garantiu presença na decisão do Campeonato Baiano ao superar o Jacuipense nos pênaltis, após empate por 1 x 1 no tempo normal, na tarde de domingo, 1º de março de 2026. Na entrevista coletiva, o técnico Jair Ventura celebrou a classificação, elogiou o adversário e apontou falhas do trio de arbitragem.
Classificação suada
O gol rubro-negro saiu logo aos três minutos, mas a expulsão do volante Caíque Gonçalves, aos 15, mudou o panorama da partida. “Montamos um time para jogar e fomos controlando o jogo. O mais importante é que estamos na final”, afirmou o treinador.
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Críticas ao apito
Ventura classificou a condução da partida como “muito confusa”. Segundo ele, houve trocas de decisões dentro de campo, cartões não aplicados e interferência excessiva do VAR. “Bandeira marcou para um lado, quarto árbitro para outro, depois chamaram o VAR. Foi esquisito”, resumiu.
Final contra o Bahia
O título será decidido em clássico Ba-Vi no próximo sábado, 7 de março, na Arena Nova, com presença apenas da torcida tricolor. O técnico concordou com a ideia do presidente Fábio Mota de dividir a carga de ingressos, desde que haja segurança. “Seria bonito para o espetáculo”, comentou.
Pênaltis treinados
O elenco praticou cobranças durante toda a semana. A preparação deu resultado: todos os atletas converteram e o goleiro Lucas Arcanjo defendeu duas batidas. “Falam que pênalti é loteria, mas fomos competentes”, apontou o comandante, destacando o trabalho dos preparadores Itamar e Paulo.
Desfalques e estratégias
Sem Caíque Gonçalves, único volante de marcação da equipe, Jair admitiu que precisará “quebrar a cabeça” para montar o meio-campo na final. Sobre Marinho, ídolo da torcida, disse que o atacante ainda busca o ritmo ideal. Já o zagueiro Edu, mesmo voltando de lesão, foi titular: “Sabia o que ele podia entregar”.
Com a vaga assegurada, o Vitória tem agora 90 minutos para tentar reconquistar o título estadual diante do maior rival.

