Enquanto a Copa do Mundo masculina ocorre, o Internacional já se prepara para o torneio feminino que acontecerá em 2027. A convite da FIFA, representantes do clube viajaram aos Estados Unidos para uma imersão nas operações do evento, visando a recepção do Mundial no próximo ano.
O vice de administração do Inter, André Dalto, e o gerente de operações, Luís Eduardo Raya, assistiram a partidas entre Japão e Suécia em Dallas, e Colômbia e Portugal em Miami. Durante a visita, eles tiveram a oportunidade de observar as adaptações e operações da competição, visitando os bastidores dos estádios e participando de reuniões com o Comitê Organizador da Copa do Mundo Feminina.
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“Uma vez que teremos a Copa do Mundo Feminina no Beira-Rio, é extremamente importante visitar os estádios, ver algumas adequações que são necessárias para a FIFA e que teremos que fazer no estádio. Tentar de alguma maneira levar para o nosso dia a dia, pensando em rotina, não só em Copa do Mundo feminina”, destacou Dalto.
A Copa do Mundo Feminina ocorrerá entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, em oito cidades-sede, incluindo Porto Alegre, que terá o estádio Beira-Rio como uma das sedes do torneio.
As visitas aos estádios renderam ao Inter uma imersão no estilo norte-americano de transformar um jogo em entretenimento. Segundo Dalto, algumas ideias poderão ser implementadas no Beira-Rio, como ações de interação com os torcedores e um uso mais eficiente do sistema de iluminação.
“O nível de interação proporcionado por telões, iluminação e recursos audiovisuais ainda está alguns passos à frente do que é visto com frequência no futebol brasileiro. Temos que, de alguma maneira, levar para Porto Alegre para tentar evoluir o que já viemos fazendo. Realmente o estádio fala com o torcedor e acho que esse seja o nosso grande objetivo”, explicou Dalto.
Você pode gostarPatrocinado · MGIDAlém das discussões sobre a Copa do Mundo Feminina, o intercâmbio também resultou em mudanças que poderão se tornar um legado para o Beira-Rio. Entre as iniciativas estão investimentos em equipamentos para manutenção do gramado, melhorias na mobilidade interna e na sinalização dos acessos do estádio.
“Temos um gramado de excelência, mas precisará de adaptações para atender às exigências da FIFA. Isso passa por novos equipamentos de manutenção e vai ampliar a eficiência do tratamento do campo”, projetou Dalto.
A expectativa é que parte desse aprendizado gere reflexos nos próximos meses. Enquanto as intervenções estruturais estarão ligadas ao cronograma da Copa do Mundo Feminina, ações voltadas à experiência do torcedor devem começar a ser implementadas antes do torneio.



