Halo: Campaign Evolved, desenvolvido para ser um dos maiores lançamentos do Xbox, chegou ao mercado no fim de julho. Apesar de oferecer uma campanha envolvente, os números iniciais de vendas mostram uma estreia abaixo das expectativas para o remake de uma das franquias mais icônicas da Microsoft.
De acordo com um estudo da Alinea, duas semanas após o lançamento o jogo vendeu 1,2 milhão de cópias e gerou receita bruta de US$ 67 milhões. O Xbox respondeu por 42% das vendas — somando console e PC —, seguido pelo PlayStation, com 41%, e pela Steam, que ficou com os 17% restantes.
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O título foi lançado diretamente no Game Pass, onde 2,1 milhões de jogadores tiveram acesso, tanto no console quanto no PC. Além disso, cerca de 600 mil pessoas optaram por pagar US$ 20 adicionais para jogar até cinco dias antes da estreia oficial.
Por outro lado, a Alinea apontou que apenas 232 mil cópias foram vendidas na Steam, o que indica um público restrito. Segundo o estudo, 80% dos compradores já haviam adquirido a Master Chief Collection, 64% tinham jogado Halo Infinite e 16% haviam experimentado Halo Wars.
A estreia no PlayStation também não atendeu às expectativas: foram cerca de 544 mil cópias vendidas, o que resultou em receita de US$ 32 milhões. Entre os fatores que podem ter contribuído para o desempenho abaixo do previsto, a Alinea destacou o preço elevado do remake, a ausência de um modo multiplayer competitivo e missões bônus pouco polidas.
Para efeito de comparação, os ports de Call of Duty: Black Ops 1 e 2, que incluem modo multiplayer, venderam juntos mais de 12 milhões de cópias no PlayStation.
Agora, a expectativa se volta para a reação dos jogadores e para a dúvida sobre se a inclusão de um modo multiplayer teria impacto significativo nas vendas.



