O presidente do Guarani, Rômulo Amaro, revelou em entrevista a uma emissora de rádio de Campinas, nesta quarta-feira, 12, que o clube formou duas frentes de trabalho: uma dedicada a estudar a transformação da agremiação em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e outra voltada ao mapeamento de 237 jogadores que podem ser contratados a partir de 2026.
Segundo Amaro, o grupo responsável pelo acompanhamento do mercado atua em parceria com o executivo de futebol Farnei Coelho. A missão é observar atletas que se encaixem no perfil técnico e financeiro projetado para o elenco nos próximos anos.
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O dirigente também confirmou a existência de um núcleo específico encarregado de analisar a viabilidade da SAF, modelo que transformaria o clube em empresa. Não foram divulgados valores nem a composição detalhada das equipes envolvidas nos dois projetos.
Durante a mesma entrevista, questionamentos surgiram sobre os custos da operação, a qualificação dos profissionais envolvidos e os critérios utilizados para selecionar tantos jogadores. O presidente, no entanto, não forneceu estimativas de despesas nem nomes dos integrantes.
Apesar das dúvidas levantadas, Amaro destacou que a direção considera fundamentais o monitoramento antecipado de mercado e a avaliação do formato SAF para garantir planejamento estratégico a longo prazo.
Com as iniciativas, o Guarani pretende chegar a 2026 com uma base de dados robusta para contratações e um estudo consolidado sobre a eventual migração para o modelo empresarial.

