O Grêmio foi notificado pelo River Plate-URU sobre uma cobrança de US$ 100 mil (aproximadamente R$ 505 mil) ligada ao atacante Matías Arezo. Caso o valor não seja quitado, o clube uruguaio pretende recorrer à Fifa, medida que pode resultar em um transfer ban ao clube gaúcho.
Detalhes do acordo
O problema tem origem na renovação do empréstimo de Arezo ao Peñarol. No negócio, o Grêmio recebeu US$ 400 mil e tinha a obrigação de repassar metade desse montante ao River Plate-URU, detentor de 50% dos direitos econômicos do jogador. A primeira parcela, de US$ 100 mil, está com cerca de 30 dias de atraso, e a segunda vence ainda em junho.
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Pelo contrato, o Grêmio dispunha de até 15 dias após receber o pagamento do Peñarol para transferir a quantia ao River Plate-URU. Insatisfeito com a demora, o clube uruguaio ameaça acionar a Fifa caso não haja um acerto rápido, o que poderia impedir novas contratações do Tricolor até a regularização do débito.
Mudanças internas
Enquanto a cobrança é tratada, o Grêmio enfrenta alterações na diretoria durante a pausa para a Copa do Mundo. O vice-presidente de futebol, Antônio Dutra Júnior, pediu afastamento do cargo alegando motivos pessoais e profissionais. Rafael Lima assume a função, e Dutra Júnior permanece como vice-presidente do Conselho de Administração.
O clube informou nos bastidores que considera o valor pequeno para o padrão do futebol brasileiro e aposta na quitação antes de qualquer punição esportiva.
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