Galvão Bueno voltou a narrar uma partida da seleção brasileira neste sábado, fazendo sua estreia pelo SBT e NSports na transmissão de Brasil x Marrocos, disputada em East Rutherford, na abertura da participação do time no torneio.
O narrador, em sua 14ª Copa do Mundo e no segundo Mundial fora da Globo, assumiu tom crítico e comentarista ao longo da transmissão: reclamou da localização de seu espaço no MetLife Stadium, questionou a atuação de Lucas Paquetá, apontou decisões da arbitragem e cobrou posturas da direção de televisão da transmissão oficial. No pré-jogo, elogiou a atuação do Olodum.
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EQUILÍBRIO NA APARIÇÃO
Segundo a cobertura, Galvão tem reduzido a presença em tela nos últimos anos e poupou a voz ao não participar da abertura da Copa (México x África do Sul), postura que teria contribuído para uma atuação mais consistente no duelo contra Marrocos. Está previsto que ele transmita os próximos compromissos da seleção e que some mais oito jogos até o fim do Mundial.
COMENTÁRIOS E EQUIPE
O time de apoio contou com Mauro Beting, Alexandre Pato, Muricy Ramalho e Nadine Basttos. A reportagem ressaltou que Galvão conseguiu ser contundente sem partir para ofensas, mantendo um tom eloquente. Em entrevista ao Estadão, ele afirmou: “Palavrão eu não falo! Sou contra, absolutamente. Não precisa de palavrão para ser moderno.”
O texto também mencionou comparações com transmissões mais descontraídas, como as de Casimiro Miguel, observando que estilos de entretenimento em jogos já existiam antes e que canais como a CazéTV têm espaço para ajustar formato e diálogo com públicos variados.
Em uma edição da Copa em que há menção à ausência de narradores como Luis Roberto e Cleber Machado, a presença de Galvão Bueno foi destacada como um ponto de atenção para o torneio.

