Após ser poupado nos treinos, o zagueiro do Arsenal garantiu estar pronto para atuar. Brasil enfrenta o Haiti hoje, às 21h30, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo.
O zagueiro Gabriel Magalhães tranquilizou a torcida brasileira sobre suas condições físicas para a partida contra o Haiti, que ocorrerá hoje, às 21h30 (horário de Brasília), pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo. Durante a semana, o defensor foi poupado em algumas atividades no Centro de Treinamento Columbia Park, em Nova Jersey, visando um controle de carga.
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Gabriel, que atua pelo Arsenal, participou de 53 jogos na temporada, sendo 48 como titular, acumulando um total de 4.360 minutos em campo, com uma média de 82 minutos por partida. Em comparação, Marquinhos, seu parceiro na zaga e capitão do Paris Saint-Germain, esteve em campo 39 vezes, totalizando 3.238 minutos, com uma média de 83 minutos por jogo.
“Estou muito bem fisicamente. Tive uma temporada longa, com muitos jogos, mas me sinto bem e preparado”, afirmou o defensor durante entrevista coletiva no estádio da Filadélfia, palco do confronto de hoje.
Na partida contra o Haiti, a missão de Gabriel Magalhães será ajudar a seleção brasileira a evitar sofrer gols, algo que não ocorre desde 15 de novembro do ano passado, quando o Brasil venceu Senegal por 2 a 0 no Emirates Stadium, em Londres. O zagueiro foi titular naquela ocasião, ao lado de Marquinhos, e desde então a equipe sofreu oito gols em seis jogos.
“A gente entra em campo e não quer sofrer gols. Se não sofremos gols, estamos mais próximos da vitória. É trabalhar coletivamente. Com certeza, vamos entrar no jogo com o pensamento positivo de que vamos nos defender bem e sair sem tomar gols”, declarou.
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“O Ibañez é um zagueiro que pode atuar como lateral e o Danilo um lateral que pode atuar como zagueiro. Os dois podem ajudar no que o mister [Ancelotti] pedir. É o mister quem vai decidir”, comentou.
O zagueiro também reconheceu que a atuação da seleção contra o Marrocos foi aquém do esperado. “A gente sabe que não começou bem [o jogo passado], temos total consciência disso. Somos o Brasil, uma equipe que quer a bola o tempo todo. É um jogo que passou, ficou de aprendizado. Com certeza, vamos mostrar a nossa força”, concluiu.

