O padre Gabriel Balan, de 31 anos, está se destacando em uma carreira paralela à vida religiosa. Pároco em Ribeirão Preto há sete anos, ele concluiu o curso de formação de árbitros de futebol e tem se dedicado a apitar jogos no interior de São Paulo.
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Balan acredita que a formação de padre o ajuda a ser um árbitro melhor. “A arbitragem e o ministério não são coisas que se contradizem de modo nenhum”, afirmou. Para ele, o esporte pode levar coisas boas às pessoas, e, como árbitro, ele pode levar os valores do evangelho para um ambiente muitas vezes caótico e conflituoso.
“A gente está ali para fazer justiça, para trazer a honestidade ao jogo”, explica. O padre vê a arbitragem como uma forma de aplicar no esporte os valores que aprendeu na igreja e que, segundo ele, precisam ser mais valorizados no futebol.

