Além dos R$ 258 milhões garantidos à campeã, a França pode embolsar R$ 18 milhões extras por cláusula contratual com patrocinador. O bônus de três milhões de euros pode tornar o título ainda mais valioso para os franceses.
A Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, promete ser uma das mais lucrativas da história do torneio. A seleção que conquistar o título levará para casa 50 milhões de dólares, o que equivale a aproximadamente R$ 258 milhões na cotação atual. No entanto, se a campeã for a França, o valor poderá ser ainda maior devido a uma cláusula especial em seu contrato com uma marca de material esportivo.
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Segundo informações divulgadas, a França poderá receber um bônus de três milhões de euros, cerca de R$ 18 milhões, caso consiga erguer a taça. Essa informação foi confirmada pelo jornal francês “L’Équipe” e faz parte de um acordo que vai até 2034 com a Nike, patrocinadora da seleção francesa desde 2011.
Além do bônus para o título, a equipe de Didier Deschamps também terá garantido um valor significativo mesmo que termine na segunda colocação. Em caso de vice-campeonato, a seleção receberá um milhão de euros, aproximadamente R$ 5,9 milhões. O contrato atual já foi acionado anteriormente, na Copa do Mundo da Rússia em 2018, quando a França se sagrou bicampeã mundial. Naquela ocasião, a Federação Francesa de Futebol (FFF) recebeu dois milhões de euros, quase R$ 12 milhões, sendo que 500 mil euros estavam reservados para o segundo lugar.
A partir da Copa do Catar em 2022, os valores estipulados no contrato passaram a ser os vigentes, levando em conta as flutuações do mercado financeiro. O acordo ainda contém uma cláusula que prevê uma penalização financeira caso a França não consiga se classificar para as Copas do Mundo, algo que não acontece desde 1994. Se essa situação ocorrer novamente, a verba anual de cerca de 50 milhões de euros, equivalente a quase R$ 300 milhões, será reduzida em quatro milhões de euros.
Em contraste, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) renovou seu contrato com a Nike em dezembro de 2024, estendendo um vínculo que já existe desde 1996. O novo acordo prevê um pagamento de 100 milhões de dólares por ano, cerca de R$ 515 milhões, além de royalties e outras variáveis que podem elevar os ganhos anuais a R$ 1 bilhão, o que representa os maiores valores já registrados na história da CBF.



