A derrota por 2 a 1 para o Bahia, que tirou o Flamengo da liderança do Brasileirão, evidenciou novamente a escassez de opções na zaga rubro-negra. Sem Léo Pereira, suspenso, o técnico Filipe Luís perdeu Danilo, expulso aos 12 minutos, e precisou lançar mão de Cleiton, 22 anos, sua quarta alternativa para o setor.
Foi apenas a segunda partida de Cleiton na competição. O defensor tem contrato até dezembro e, sem acordo para renovação, não faz parte do planejamento para 2026. Ele era o único zagueiro disponível no banco; as outras promessas da posição, Iago e João Victor, alternam entre base e elenco principal e estavam com a Seleção no Mundial Sub-20.
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No elenco, os titulares absolutos são Léo Ortiz e Léo Pereira, enquanto Danilo, reserva imediato, lidou com várias lesões ao longo da temporada e não conseguiu sequência. Mesmo diante das dificuldades, a diretoria não coloca a defesa como prioridade na próxima janela de transferências, respaldada pela presença de três jogadores convocados para a Seleção Brasileira.
Durante o último período de contratações, nomes de zagueiros foram analisados, mas o clube optou por não investir. A aposta agora é interna: João Victor e Iago devem ganhar espaço no início de 2025, principalmente no Campeonato Carioca, quando o Flamengo pretende utilizar um time alternativo enquanto o grupo principal foca nos compromissos decisivos do Brasileirão.
Para o clássico contra o Botafogo, em 15 de outubro, Danilo estará suspenso, mas Léo Pereira retorna ao lado de Léo Ortiz, restabelecendo a dupla titular.

