A Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá na América do Norte, promete ser um marco financeiro para a Fifa. A entidade espera alcançar um faturamento de US$ 3 bilhões (R$ 15,5 bilhões) apenas com a venda de ingressos e pacotes de hospitalidade. Esse valor representa um aumento significativo, superando em seis vezes a arrecadação obtida durante o torneio realizado no Catar em 2022.
A expectativa de receita expressiva é resultado da adaptação da Fifa ao mercado americano, onde a entidade implementou um sistema de preços dinâmicos para os ingressos. Esse modelo ajusta automaticamente os valores de acordo com a demanda, o que pode elevar consideravelmente a receita da federação com o torneio.
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A previsão total de arrecadação para toda a Copa do Mundo é de US$ 13 bilhões (R$ 54 bilhões), com a Fifa garantindo que 90% desse montante será distribuído às federações nacionais. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, ressaltou a importância desses recursos para a operação de 150 a 160 federações que dependem desse apoio financeiro.
A flexibilidade do arcabouço regulatório dos Estados Unidos permitiu à Fifa utilizar o sistema de preços dinâmicos nos ingressos pela primeira vez. Esse modelo, que já é comum em eventos esportivos no país, permite ajustes automáticos nos preços conforme a demanda, frequentemente resultando em bilhetes mais caros para os torcedores.
Os preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026 são elevados. Para assistir ao jogo da seleção brasileira nas oitavas de final, os torcedores precisarão desembolsar no mínimo US$ 3.100 (R$ 16,1 mil). Já para a final, que ocorrerá no MetLife Stadium, o ingresso mais barato custa US$ 9.500 (R$ 49 mil).
Os países que mais adquiriram ingressos até o momento incluem Estados Unidos, Canadá e Brasil. A atual edição da Copa do Mundo já registrou o maior público da história da competição, com 4,64 milhões de torcedores presentes na fase de grupos. Com uma taxa de ocupação de 99,7%, a Copa de 2026 se consolida como um sucesso tanto em termos de público quanto de faturamento.
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