O governo dos EUA contestou as alegações da Guarda Revolucionária iraniana de que três F-35 foram destruídos em uma base na Jordânia. Washington afirma que nenhuma aeronave foi danificada e nega mortes entre militares.
Os Estados Unidos negaram as alegações do Irã sobre a destruição de aviões americanos em um ataque contra uma base militar localizada na Jordânia. As autoridades iranianas afirmaram que a ofensiva teria não apenas atingido aeronaves, mas também provocado mortes entre militares considerados inimigos.
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A Guarda Revolucionária iraniana informou ter atacado a base militar e destruído três caças do tipo F-35. No entanto, em resposta, os Estados Unidos reafirmaram que essa informação não procede, assegurando que nenhuma aeronave foi destruída ou danificada durante o ataque.
A troca de versões e acusações entre os dois países segue um padrão recorrente no conflito em curso.
Os ataques recomeçaram após um breve período de trégua não oficial, em que tanto os Estados Unidos quanto o Irã haviam interrompido temporariamente suas ofensivas mútuas. A intensificação do conflito, além de se expandir geograficamente, conta com a participação da Arábia Saudita, que tem realizado ataques ao lado dos Estados Unidos, e o envolvimento mais recente do Egito na crise regional.
O presidente americano, Donald Trump, já havia ameaçado realizar uma série de ataques contra o Irã. A retaliação iraniana à base na Jordânia, cujos resultados ainda permanecem incertos devido às versões divergentes, ocorre em um contexto de escalada que atrai cada vez mais países da região para o conflito.
No contexto mais amplo do Oriente Médio, um ataque israelense na Faixa de Gaza resultou na morte de pelo menos quatro pessoas, incluindo duas crianças. De acordo com socorristas, os disparos atingiram acampamentos de refugiados no sul e no centro do território palestino. O Exército de Israel afirmou que suas ofensivas tinham como alvo integrantes do Hamas.
Desde o início do cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, em outubro de 2025, mais de 1.200 pessoas morreram em ataques na região de Gaza. Os novos disparos ocorrem em um momento em que líderes do Hamas se reúnem com mediadores do Egito, do Qatar e da Turquia, discutindo a implementação da segunda fase do plano de trégua proposto por Trump, que inclui a saída do Hamas do controle da Faixa de Gaza, a realização de eleições livres e a reconstrução do território.

