Mehdi Taremi e um auxiliar técnico do Irã foram retidos em Los Angeles na segunda-feira. Washington alega que a ação visa barrar possíveis infiltrações terroristas via visto esportivo.
Na última segunda-feira, 15, o jogador Mehdi Taremi e o auxiliar Saeid Alhouei, da seleção iraniana, foram retidos no aeroporto de Los Angeles, nos Estados Unidos. O Departamento de Estado dos EUA justificou a ação afirmando que a medida visava impedir que o Irã utilizasse o sistema de vistos para infiltrar terroristas no país sob falsos pretextos.
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A dupla, que fazia parte da delegação iraniana que retornava ao México após o empate de 2 a 2 contra a Nova Zelândia, teve dificuldades tanto na chegada quanto na saída do país. A Federação Iraniana de Futebol confirmou que a retenção ocorreu, mas não especificou o tempo que Taremi e Alhouei permaneceram sob custódia, nem como a situação foi resolvida.
Apesar de realizar seus jogos da Copa do Mundo nos Estados Unidos, a seleção do Irã está sediada em Tijuana, uma cidade na fronteira do México. A equipe esteve sob forte esquema de segurança no hotel e no centro de treinamento, que foram organizados para garantir a proteção dos jogadores durante a competição. A seleção viajou para os EUA apenas na véspera do jogo contra a Nova Zelândia, e após a partida, teve que retornar ao México no mesmo dia.
O próximo desafio do Irã será novamente no estádio de Los Angeles, onde enfrentará a Bélgica no dia 21 de junho, às 16h (horário de Brasília). A expectativa é alta para essa partida, que será crucial para as aspirações da seleção iraniana no torneio.

