A Seleção Brasileira enfrenta a Escócia na quarta-feira, às 19h, em Miami. Apesar da derrota para o Marrocos, os europeus mostraram melhora e acendem alerta.
Na última sexta-feira, a Escócia enfrentou o Marrocos e sofreu uma derrota por 1 a 0, em um jogo que não apresentou uma performance convincente do time escocês. No entanto, a melhora na atuação da equipe no segundo tempo acendeu um sinal de alerta para a Seleção Brasileira, que se prepara para o confronto contra os europeus na próxima quarta-feira, às 19h (de Brasília), em Miami.
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O Brasil e Marrocos estão empatados na liderança do Grupo C, ambos com quatro pontos, e a Escócia busca uma classificação histórica na Copa do Mundo. O jogo contra o Marrocos teve início complicado para os escoceses, que sofreram um gol logo aos 70 segundos, quando Saibari balançou as redes. A equipe de Steve Clarke enfrentou dificuldades para se reerguer e acabou se fechando na defesa, mesmo com a desvantagem no placar.
“O Marrocos tem jogadores muito rápidos, então, depois de termos sofrido o primeiro gol com pouco mais de 70 segundos de jogo, era fundamental não sofrer o segundo logo em seguida”, explicou o treinador do Marrocos após a partida.
A Escócia tentou responder com um meio-campo mais robusto, mas teve problemas para ser criativa e não aproveitou as transições rápidas. A posse de bola foi frequentemente perdida em disputas físicas, o que prejudicou o avanço da equipe. A melhor oportunidade escocesa ocorreu no final do primeiro tempo, quando McGinn finalizou para fora.
Um ponto a ser destacado é o desempenho da Escócia na segunda metade do jogo. Kieran Tierney saiu por conta de cãibras, o que forçou uma mudança tática que acabou beneficiando a seleção. Com um meio-campo mais compacto, os escoceses conseguiram pressionar o Marrocos e criar algumas chances, apesar de nenhuma das cinco finalizações ter sido no alvo.
“Começamos a trocar a bola um pouco melhor e achei que, na segunda parte do primeiro tempo, depois da pausa para hidratação, fomos bem. Estou orgulhoso dos jogadores”, comentou Steve Clarke.
Os destaques da Escócia incluem Ben Gannon-Doak, que se mostrou uma opção agressiva pelo lado direito, e Scott McTominay, que também teve uma performance em ascensão. Ferguson, no meio-campo, vem se destacando nas últimas partidas e pode ser fundamental no jogo contra o Brasil.
“Ben é um jogador fantástico. Ele nos oferece uma ameaça diferente no ataque… Sabemos que será um jogo diferente e provavelmente exigirá uma abordagem também diferente”, concluiu o treinador.



