A designer Rachel Denti, uma das responsáveis pela criação do uniforme da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, afirmou que as reações negativas à inscrição “Vai, Brasa” não alteraram seu dia a dia.
Em comentários no LinkedIn, Denti reconheceu que esperava contestação, mas disse ter se surpreendido com o teor dos ataques. Segundo ela, a maioria das mensagens criticava sua aparência e questionava sua relação com o futebol, mais do que a cor “Canary” ou o uso da palavra “Brasa”.
📖 Leia Também
“Se não fosse a franja, seria outra coisa: ser mulher, padrão ou não, de esquerda ou de direita, feia ou bonita”, escreveu a designer, que trabalha na Nike há mais de cinco anos. “Depois que entendi isso, nenhum comentário me afetou.”
A profissional destacou ainda que o projeto envolve “centenas de pessoas” dentro da empresa e que não vê problema em parte do público não aprovar a proposta. “Eu estava e estou representando a companhia e o time”, acrescentou.
Sobre o impacto das críticas, ela resumiu: “Na prática, nada na minha vida mudou. Estou acordando, dormindo, vivendo e trabalhando igual, independentemente de quantos comentários malucos recebo nas redes sociais”.


Imagem: Internet
Expressão não será mantida
Na quinta-feira (26), o presidente da CBF, Samir Xaud, informou que a expressão “Brasa” não aparecerá no uniforme principal da Seleção durante a Copa do Mundo de 2026.
