O técnico Hernán Crespo afirmou que o São Paulo “jogou bem” mesmo na derrota por 1 a 0 para a LDU, resultado que eliminou o clube da Copa Libertadores na noite de 25 de setembro, no Morumbis. Segundo o argentino, a equipe criou oportunidades suficientes para reverter a vantagem equatoriana, mas esbarrou na falta de precisão nas finalizações.
Chances desperdiçadas
Crespo citou finalizações de Rigoni, que acertou a trave, e de Luciano, que parou no goleiro, como exemplos de lances que poderiam ter mudado o placar. “Produzimos muito, porém não concretizamos”, resumiu o treinador, ressaltando que o desempenho coletivo esteve dentro do planejado, embora abaixo do ideal.
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Rigoni atuando como ala
Questionado sobre a opção de usar Rigoni aberto pelo lado, Crespo lembrou que o atacante já exerceu essa função em outras ocasiões. Ele explicou que a configuração com Rigoni, Luciano, Ferreirinha e infiltrações de Bobadilla e Rodriguinho foi pensada para aumentar o ímpeto ofensivo.
“2 + 2 dá 7”
Para explicar a eliminação, o treinador recorreu a uma metáfora. “No futebol, muitas vezes 2 + 2 é 7, e não 4”, disse. Ele destacou que, no primeiro duelo em Quito, o São Paulo também teve boa atuação, mas saiu derrotado. No Morumbis, o cenário se repetiu: volume ofensivo, poucas conclusões.
Desfalques e esforço do elenco
Crespo relatou problemas físicos de vários jogadores nas 24 horas que antecederam a partida, citando as baixas de Ferraresi e Marcos Antônio. Comentou ainda que Luiz Gustavo, Lucas e Oscar atuaram ou estiveram à disposição apesar de não estarem totalmente recuperados. Sobre Oscar, foi cauteloso: “Talvez só volte antes da Data Fifa por milagre”.
O treinador elogiou a disposição do grupo e reforçou que a única saída para o mau momento é “trabalhar, acreditar e continuar”.


