O técnico Hernán Crespo declarou neste domingo (11) que trabalha para blindar os jogadores do São Paulo dos recentes problemas políticos do clube. A fala ocorreu após a derrota por 3 a 0 para o Mirassol, no Estádio Municipal de Mirassol, na estreia do Campeonato Paulista.
Crise fora de campo
O São Paulo convive com acusações contra a diretoria e um processo de impeachment contra o presidente Julio Casares. Questionado sobre o assunto, Crespo afirmou confiar no andamento das investigações: “É um momento delicado, mas acredito na Justiça; até prova em contrário, não há culpados”, disse o treinador.
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Ele ressaltou que tenta afastar o elenco das discussões externas. “Os atletas precisam estar blindados. É difícil, mas todos aqui tentam ajudar”, completou.
“O São Paulo não morreu”
Em tom de desabafo, Crespo afirmou que a instituição segue forte apesar da turbulência: “O São Paulo é maior que todos nós. O clube não está abandonado nem morto. Há muita gente honesta trabalhando para recolocar o time no caminho certo”, destacou.
Busca por reforços
O treinador confirmou conversas com a diretoria para suprir a saída de diversos atletas. Até agora, o Tricolor acertou com o meia Danielzinho, o goleiro Carlos Coronel e firmou pré-contrato com o lateral-direito Lucas Ramon. “Sabemos que precisamos de mais peças para enfrentar toda a temporada. A janela vai até março e estamos trabalhando nisso”, afirmou.
A derrota em Mirassol marcou a primeira apresentação do São Paulo na competição estadual. O time volta a campo no próximo fim de semana, novamente pelo Paulistão.


