O Corinthians realiza nesta segunda-feira (1º) a primeira de uma série de audiências públicas destinadas a reformar o estatuto social do clube. O encontro acontece a partir das 18h, no Parque São Jorge, e terá cerca de quatro horas de duração.
Calendário das discussões
O anteprojeto em análise contém 144 artigos e será dividido por temas ao longo de nove sessões já marcadas, além de uma eventual audiência extra. As próximas reuniões ocorrerão em 5, 8 e 17 de dezembro; 21, 23, 26 e 29 de janeiro; e 2 de fevereiro. Se necessário, uma sessão adicional está prevista para 9 de fevereiro.
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A Comissão de Reforma do Estatuto apresentará um quadro comparativo entre o texto atual e a proposta para orientar o debate. Artigos sem novas sugestões permanecerão inalterados. Propostas conflitantes serão submetidas ao Conselho Deliberativo ao fim das audiências.
Tramitação após as audiências
A expectativa é que a versão final seja votada pelo Conselho Deliberativo em fevereiro, após o Carnaval. Caso aprovada, seguirá para Assembleia Geral dos associados em março de 2026. As mudanças passarão a valer já na próxima eleição presidencial, prevista para o fim de 2026.
Quem pode falar
Puderam se inscrever até as 15h desta segunda-feira:
- Presidentes da Diretoria, Conselho Fiscal e Conselho de Orientação;
- Conselheiros, trienais ou vitalícios;
- Associados em dia com o clube, com apoio de outros cinco sócios;
- Representantes de torcidas organizadas;
- Representantes de coletivos que participam do processo;
- Líderes de chapas.
Se o número de inscritos exceder o limite, a ordem das falas será definida por sorteio. Cada participante terá até dez minutos, com possibilidade de interrupção em caso de descumprimento do regimento.
Tema da primeira sessão
O debate inaugural abrange os capítulos 1 a 3 do anteprojeto (artigos 1º a 40), referentes à denominação, sede, finalidades, patrimônio, quadros sociais e poderes do clube. O artigo 21, que trata do voto do programa Fiel Torcedor, será discutido em audiência específica na próxima sexta-feira.
A iniciativa marca a retomada do processo após a suspensão da reunião do Conselho Deliberativo que votaria o texto liderado pelo presidente do órgão, Romeu Tuma Júnior.


