Irã ficou com um jogador a menos após árbitro barrar entrada de substituto. Jogador demorou 16 segundos para sair e acionou nova norma da Fifa.
A nova regra para coibir a demora nas substituições foi aplicada pela primeira vez na Copa do Mundo de 2026 durante o jogo entre Bélgica e Irã, que terminou empatado em 0 a 0. O árbitro não permitiu que o atacante Hosseinzadeh entrasse em campo após a saída do volante Ezatolahi, que levou 16 segundos para deixar o gramado. O incidente ocorreu aos 39 minutos do segundo tempo e resultou em um período em que o Irã ficou com um jogador a menos.
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O árbitro paralisou a partida e, devido à nova norma, o substituto só pôde entrar em campo quase dois minutos depois, após a interrupção do jogo por um impedimento no ataque iraniano. Essa nova abordagem visa reduzir a perda de tempo durante as partidas, que na última Copa do Mundo teve uma média de 100 minutos de duração, sendo que 42 minutos eram perdidos em bolas paradas.
A International Football Association Board (IFAB), a entidade responsável pelas regras do futebol, estabeleceu que o jogador a ser substituído deve sair de campo em até 10 segundos após a indicação do quarto árbitro. Caso isso não ocorra, o jogador substituto deve aguardar um minuto para entrar, penalizando o time que não cumprir a regra. Essa mudança foi aprovada durante a assembleia anual da IFAB, realizada em 28 de fevereiro no País de Gales, e é considerada uma das mais rigorosas desde a implementação do VAR.
Além dessa nova regra para substituições, o pacote de mudanças na arbitragem inclui outras medidas, como um limite de 5 segundos para a cobrança de laterais e tiros de meta, e 1 minuto fora de campo para atendimento médico. O objetivo é combater a cera e garantir que as partidas sejam mais dinâmicas e justas.
A aplicação dessa nova norma na Copa do Mundo de 2026 representa um passo significativo na tentativa de aumentar a fluidez das partidas e reduzir o tempo perdido em ações que não contribuem para o andamento do jogo.



