A jornalista Milly Lacombe abordou, em coluna publicada em 23 de março de 2026, no portal UOL, a frequência com que treinadores e atletas do futebol masculino têm protagonizado discussões acaloradas e reclamações exageradas durante as partidas.
Treinadores no centro das críticas
Segundo Lacombe, o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, é um dos exemplos mais visíveis de reações intempestivas à beira do gramado, postura que se repete em jogos decisivos como a final da Libertadores. A colunista cita ainda Fernando Diniz, Luis Zubeldía e Dorival Júnior entre os comandantes que, na avaliação dela, perderam o controle em diferentes momentos recentes.
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Comportamento replicado por jogadores
No texto, Lacombe observa que a irritação constante dos técnicos tem sido reproduzida pelos atletas, que contestam marcações e simulam faltas com frequência. O atacante Neymar é mencionado como um dos principais nomes envolvidos em encenações dentro de campo.
Silêncio diante de ataques misóginos
A colunista compara essas manifestações explosivas à falta de reação pública de profissionais do futebol diante de episódios de misoginia. Ela cita o caso em que Renata Mendonça foi alvo de comentários ofensivos de Marcelo Ferreira, o “Bap”, episódio que, de acordo com Lacombe, não gerou protestos por parte de treinadores.


Imagem: Internet
Repercussão de entrevistas coletivas
Milly Lacombe lembra também a entrevista do técnico Roger Machado após derrota para o Palmeiras, quando o treinador apresentou conceitos táticos de forma serena. A abordagem, conforme relatado na coluna, gerou críticas do público, em contraste com a tolerância a comportamentos mais exaltados.
