Zico afirmou recentemente que as principais ligas europeias e a Champions League não utilizam gramados artificiais. A informação, entretanto, não procede na totalidade. A Liga dos Campeões da UEFA permite partidas em campos sintéticos durante todas as fases, exceto na final.
Nesta temporada, dois estádios com superfície artificial receberam confrontos do torneio continental: a Astana Arena, no Cazaquistão, onde o Kairat enfrentou o Olympiacos da Grécia, e o Aspmyra Stadion, casa do Bodo/Glimt, na Noruega.
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Na edição anterior, o Young Boys, da Suíça, disputou a fase de grupos no gramado sintético do estádio Wankdorf, em Berna. O clube terminou a campanha na última colocação da chave, assim como o Kairat na temporada atual.
Outro exemplo ocorreu em 2008. Naquele ano, o CSKA Moscou mandou seus jogos da fase de grupos no estádio do Lokomotiv, também com piso artificial. Para a decisão entre Manchester United e Chelsea, o estádio Luzhniki recebeu um campo natural temporário; depois da final, o gramado sintético foi reinstalado.
Durante a Copa do Mundo de 2018, realizada na Rússia, o estádio Luzhniki utilizou um gramado híbrido, combinando elementos naturais e artificiais.
As discussões sobre a qualidade dos campos no Brasil seguem intensas, especialmente após críticas a gramados naturais como os da Fonte Nova, em Salvador, e do Maracanã, no Rio de Janeiro, que enfrentam problemas de manutenção e insolação.

