O atacante brasileiro Luis Henrique encerrou sua primeira temporada na Inter de Milão com dois títulos e 46 jogos disputados. Em férias na Paraíba, o ex-Botafogo celebrou a evolução e mirou novos desafios.
A primeira temporada de Luis Henrique na Inter de Milão terminou de forma muito positiva. O jogador, que foi contratado para reforçar a equipe italiana em junho de 2025, conquistou títulos importantes, como o Campeonato Italiano e a Copa Itália, além de se firmar em uma nova posição dentro do time. Durante o ano, ele disputou 46 partidas e se destacou atuando como ala-direito, somando um gol e três assistências.
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Em entrevista durante suas férias em Solânea, na Paraíba, o ex-jogador do Botafogo expressou sua satisfação com o desempenho na temporada. “A temporada é maravilhosa, acho que dois títulos é motivo de muita alegria. Fiquei muito feliz, muito orgulhoso de mim e do time. Foi um ano de muita adaptação em relação à posição, a ajudar o time defensivamente, a sair jogando. Mas eu me sinto preparado para fazer uma temporada ainda melhor”, projetou.
Além de seu sucesso na Inter de Milão, Luis Henrique também tem metas ambiciosas relacionadas à seleção brasileira. Ele acredita que boas atuações no clube podem abrir portas para uma convocação no próximo ciclo da seleção. “Eu vou trabalhar para isso e dar meu melhor diariamente nos treinos, nos jogos e fazer bons números. A Seleção vai vir como consequência. Isso é um sonho a se realizar, e eu vou estar dando o meu máximo para, se Deus quiser, estar na próxima Copa e ser mais um paraibano por lá”, declarou.
O jogador também comentou sobre a adaptação à vida na Itália, destacando a importância da convivência com o grupo e o aprendizado do idioma. “Dos mais próximos tem os franceses, né? Joguei ali na França, aprendi o francês, então os caras estão sempre na resenha comigo. O Thuram, o Bonny, o Diouf, os caras ali da França são parceiros”, lembrou.
Embora ele esteja se esforçando para aprender o italiano, Luis Henrique revelou que há algo do Brasil que ele considera insubstituível. Quando questionado sobre o que levaria do seu país para a Itália, ele não hesitou: “Por mais engraçado que seja falar isso, mas acho que a comida. A comida da Itália é ótima, mas a comida aqui do Nordeste ainda é a melhor coisa que tem.”



