A eliminação do ASA-AL na Copa do Brasil, na noite de 26 de fevereiro de 2026, foi marcada por uma briga generalizada no gramado do Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca (AL). Depois da derrota para o Operário-MS, válida pela segunda fase do torneio, jogadores dos dois times trocaram agressões e desencadearam a invasão de parte da torcida alagoana, obrigando a Polícia Militar a intervir.
De acordo com a súmula assinada pelo árbitro José Mendonça da Silva Júnior, cinco atletas receberam cartão vermelho direto no pós-jogo. Pelo ASA, foram expulsos Cristian, Wandson, Sammuel e Chudo; pelo Operário, apenas Jonilson deixou o campo punido. O documento descreve que Sammuel foi excluído por ofensas verbais direcionadas ao juiz, enquanto os demais receberam punição por “conduta violenta”.
📖 Leia Também
Durante a partida, o ASA já havia perdido o goleiro reserva Dida, expulso aos 38 minutos do segundo tempo por protestar de forma considerada ofensiva após a marcação de uma falta para o adversário.
A confusão começou imediatamente após o apito final. Socos, chutes e correria entre atletas motivaram torcedores a pularem as grades de proteção para tentar agredir jogadores do Operário. O efetivo policial precisou formar um cordão de isolamento para restaurar a ordem no gramado.
Com a vitória fora de casa, o Operário-MS avançou à terceira fase da Copa do Brasil, enquanto o ASA-AL se despediu da competição em meio a cenas de violência que agora serão analisadas pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

