No terceiro confronto entre as duas seleções, o Brasil superou o Senegal pela primeira vez neste sábado (15). O amistoso marcou o fim de uma série de 12 partidas de invencibilidade dos senegaleses e ofereceu ao técnico Carlo Ancelotti mais um teste para fortalecer a equipe que perdeu três anos de preparação para a Copa do Mundo.
Depois de aproximadamente dez minutos de equilíbrio, com oportunidades de gol para ambos os lados, a Seleção passou a controlar o jogo. O único gol foi marcado por Estêvão, que comemorou de forma efusiva.
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Saída de bola ajustada
Ancelotti apresentou variação tática em relação aos últimos compromissos. Em vez de manter o lateral-direito aberto para dar amplitude, o treinador posicionou Alex Sandro por dentro na construção das jogadas. Éder Militão participou da saída de bola ao lado dos zagueiros, avançando quando tinha espaço, enquanto Bruno Guimarães aparecia como quinto homem surpresa no meio, quase como um armador.
Formação flexível
No ataque, a equipe se organizou em um 3-2-5 com liberdade para Estêvão, Rodrygo, Matheus Cunha e Vinicius Júnior. Sem a posse, a Seleção se reagrupou em um 4-4-2, evitando o risco de ficar exposta em um eventual 4-2-4.
O resultado positivo diante de um adversário em boa fase dá esperança de que o Brasil chegue à próxima Copa com uma estrutura sólida, mesclando movimentação ofensiva constante e consistência defensiva.


