A NFL aprovou a venda do Seattle Seahawks a um grupo liderado por Vinod Khosla por US$ 9,6 bilhões (R$ 49,5 bi), novo recorde da liga. O atual campeão tem dois títulos do Super Bowl.
A NFL anunciou Ricky Martin e Pedro Sampaio como atrações musicais para partida no Maracanã.
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Agora é oficial: a NFL aprovou a venda do Seattle Seahawks, time atual campeão da liga, a um grupo liderado pelo bilionário indiano-americano Vinod Khosla. O acordo de US$ 9,6 milhões (equivalentes a R$ 49,5 bilhões) bateu o recorde do Washington Commanders, vendido por US$ 6,05 bilhões ao investidor americano Josh Harris em 2023.
Os Seahawks já disputaram quatro finais da NFL, vencendo duas vezes: a edição 2013 do Super Bowl, contra o Denver Broncos, e a edição deste ano, contra o New England Patriots. Jogadores da equipe foram registrados comemorando o título do Super Bowl LX.
Noticiada ainda em julho, a transação foi conduzida pelo espólio de Paul G. Allen; cofundador da Microsoft ao lado de Bill Gates, ele adquiriu a franquia em 1997 e faleceu em 2018. Esse também foi o segundo acordo mais valioso no esporte dos Estados Unidos, atrás apenas da venda do Los Angeles Lakers, concluída neste ano pela família Buss por 12 bilhões de dólares.
A irmã de Allen, Jody Allen, passou a gerir os Seahawks e também o Portland Trail Blazers, da NBA, após a morte do empresário. Com a venda do time, ela pretende destinar recursos para caridade. Novo dono da franquia de Seattle, Khosla precisou abdicar de uma ação minoritária no San Francisco 49ers para seguir com a compra dos Seahawks.
Do ponto de vista mercadológico, a operação reforça a tendência de valorização exponencial das franquias esportivas nos Estados Unidos e amplia o teto de referência para negociações futuras na NFL. A magnitude do negócio também coloca em evidência a concorrência por ativos esportivos tradicionais e o papel de investidores bilionários na reestruturação de propriedades esportivas.
Para o torcedor, a mudança de comando administrativo pode trazer alterações na gestão comercial, nas estratégias de investimento em elenco e infraestrutura e em programas comunitários vinculados ao clube. A transição da propriedade será acompanhada de perto pelo mercado e por órgãos reguladores esportivos, que supervisionam aprovações e eventuais conflitos de interesse entre investimentos em diferentes franquias.
Além da venda, seguem os anúncios relacionados à presença da NFL no Brasil: entretenimento musical para o jogo no Maracanã e ações locais associadas ao evento. A combinação entre espetáculo esportivo e atrações musicais reforça a aposta da liga em ampliar audiência e engajamento internacional.
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