Nove jogadores da Seleção Brasileira adotaram o bigode nesta Copa do Mundo. O estilo virou símbolo de identidade do grupo e ganhou comparações com ícones do charme nacional.
A cada edição da Copa do Mundo, a seleção brasileira não apenas se destaca pelos gols marcados, mas também pelos estilos e penteados dos jogadores. Neste Mundial, embora a cabeleira não tenha chamado tanta atenção, um novo visual se tornou tendência entre os atletas: o bigode.
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Jogadores como Rayan, Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães, Ibañez, Marquinhos, Martinelli, Raphinha, Endrick e Éderson adotaram o mesmo estilo, inspirando-se no icônico bigode que remete a figuras de charme e masculinidade.
O jornalista Ruy Castro fez uma comparação interessante, mencionando que o estilo dos jogadores lembra o de Clark Gable, famoso ator da “Era de Ouro” de Hollywood, que imortalizou o ideal americano de masculinidade nas décadas de 1930 e 1940. Gable, que atuou em mais de 60 filmes ao longo de sua carreira, utilizou o bigode fininho como símbolo de confiança e charme.
Esse visual, que pode ser considerado uma marca de estilo, comunica uma mensagem de autoconfiança e sedução, características que os jogadores brasileiros buscam transmitir em campo. A escolha do bigode entre os atletas reflete não apenas uma tendência estética, mas também uma forma de expressar a personalidade e a masculinidade.
Além dos campos, o bigode tem ganhado destaque também nas redes sociais, onde os jogadores compartilham suas experiências e estilo pessoal. A coluna GENTE, que agora também está presente no Instagram, explora esses aspectos do cotidiano dos jogadores, mostrando como o visual pode impactar a imagem pública dos atletas.
Assim, enquanto a seleção brasileira busca o título neste Mundial, o bigode se torna um símbolo de tradição e modernidade entre os jogadores, unindo o passado e o presente em um estilo que promete permanecer em alta.

