O Bahia soma quatro vitórias, seis empates e duas derrotas em 12 jogos na Fonte Nova — 50% de aproveitamento, a pior marca como mandante desde a chegada do Grupo City. Rogério Ceni criticou o estado do gramado e aumentou a pressão sobre o clube.
O Bahia vive seu momento mais frágil como mandante na Série A desde a venda da SAF ao Grupo City. São quatro vitórias, seis empates e duas derrotas em 12 partidas em casa, aproveitamento de 50% — bem abaixo dos quase 80% registrados no ano passado.
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As críticas ao gramado da Fonte Nova
A insatisfação com o gramado da Arena Fonte Nova cresceu depois das críticas do técnico Rogério Ceni, que classificou as condições do campo como vergonhosas. As declarações vieram após o empate sem gols com o Vasco, quando o treinador também citou um show realizado no local como fator de desgaste do gramado.
A gestão da Arena reagiu. Em nota, a administração da Fonte Nova afirmou que a manutenção é contínua e que o clube acompanha todos os processos de cuidado com o campo, e classificou a responsabilidade como compartilhada com o Bahia. O clube rebateu: disse conhecer as condições, mas não estar satisfeito, e afirmou que os problemas já haviam sido relatados antes do jogo contra o Vasco.
O desempenho do Bahia como mandante
O desempenho em casa preocupa. Terceiro melhor mandante na última edição do Brasileirão, o Bahia não repetiu o rendimento nesta temporada e acumula mais empates do que vitórias na Fonte Nova.
Restam sete jogos como mandante, contra adversários que hoje aparecem atrás do Bahia na tabela — entre eles Internacional, Remo e Coritiba. O próximo compromisso na Arena Fonte Nova é justamente contra o Internacional, teste direto para a equipe reagir.



