O técnico da seleção brasileira justificou a decisão de poupar Endrick para o momento certo. Às vésperas do duelo contra o Haiti, Ancelotti destacou Matheus Cunha como opção mais associativa no ataque.
O técnico Carlo Ancelotti explicou os motivos que o levaram a não escalar Endrick como titular da seleção brasileira na Copa do Mundo. Às vésperas do jogo do Brasil contra o Haiti, que ocorrerá nesta sexta-feira, 19, o treinador italiano elogiou o talento do jovem atacante, mas pediu paciência.
📖 Leia Também
“Temos que colocar Endrick no momento correto. Vamos esperar um pouco. Vai ser importante”, afirmou Ancelotti durante uma entrevista coletiva. O treinador também fez uma comparação entre Endrick e outras opções disponíveis no ataque da seleção.
“Matheus Cunha é mais associativo, tem mais qualidade de segundo atacante do que de referência, algo que o Igor Thiago tem. Ele é forte, é muito agressivo. Endrick não é nem um, nem outro. Endrick é um talento extraordinário”, disse o técnico.
Você pode gostarPatrocinado · MGIDApesar da pressão de torcedores para que o jovem jogador seja escalado, Ancelotti deixou claro que sua intenção é administrar o momento do atleta, priorizando seu desenvolvimento a longo prazo. “O Brasil vai aproveitar das suas qualidades nessa e na próxima Copa do Mundo. Ele é paciente, não tem pressa, é muito maduro para a sua idade”, completou o treinador.
Com a expectativa alta em relação ao desempenho da equipe, Ancelotti continua a tomar decisões que visam o melhor para o grupo e para o futuro do futebol brasileiro. A escolha de não escalar Endrick como titular reflete uma estratégia pensada para garantir que o jovem jogador possa contribuir de forma significativa quando chegar o momento certo.

