Segundo Fransérgio, o cenário brasileiro oferece melhores condições e recursos para o tratamento de crianças autistas. “Decidi que preciso estar mais próximo do Pedro e buscar no Brasil um ambiente que possa oferecer o suporte adequado para o seu desenvolvimento”, declarou o atleta. A decisão, embora difícil do ponto de vista profissional, reflete o compromisso do jogador com a família, colocando as necessidades do filho à frente de sua carreira.
A saída de Fransérgio do Marítimo marca o início de um novo capítulo em sua vida, no qual o cuidado e o apoio à saúde de seu filho assumem papel central. A notícia gerou repercussão tanto no meio esportivo quanto entre os defensores dos direitos de pessoas com deficiência, que elogiam a decisão de colocar a família em primeiro lugar e esperam que o retorno ao Brasil proporcione melhores oportunidades para o tratamento de Pedro.